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Islandia Agnes Sigurðardóttir [ 16473 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Agnes Sigurðardóttir
  • Conselheiro da CIB

  • Conselheiro da CIB

  • NOME COMPLETO

    Agnes Sigurðardóttir

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,74m

  • PESO

    60kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Branco Intenso

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Indefinido

  • IDADE

    83 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    15/08/1935

  • SIGNO

    Leão

  • NOME DO PAI

    Sigurð Björnsson

  • NOME DA MÃE

    Anna

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Mestiço

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Ísafjörður/Ísafjarðarbær

  • RELACIONAMENTO

    Viúvo (a)

  • NÍVEL

Filha de Anna e Sigurð, Agnes nasceu na região dos Fiordes Ocidentais da Islândia, mais precisamente, na cidade de Ísafjörður - região montanhosa do país gelado, de litoral bem recordado, com estradas tortuosas e comunicações por terra dificeis. Uma região em que muitas das estradas estão fechadas por gelo e neve vários meses por ano. Parecia um lugar perfeito para uma família bruxa judaico-polonesa mudar em pela ascenção do nazismo na Europa na década de vinte do século XX.


A família de Anna era puro sangue. Seu pai, Andrzej, trabalhava para o ministério da magia local, na época ligado ao russo, embora no mundo trouxa guerras de independência dos polacos para com os soviéticos existissem, no Mundo Mágico eles ainda me mantinham ligados. Seu pai era auror; sua mãe, Agata, medibruxa especialista em líquidos mágicos, mais precisamente, trabalhando no departamento de envenenamentos do hospital local de Varsóvia.


O casal judaico-polaco tinham três filhos: Jan, Anna e Zora; os dois primeiros, respectivamente com 15 e 13 anos no ano de 1935 já estudavam em Durmstrang. Zora, com 9 anos aguardava ansiosa sua carta de admissão, embora sua clarividência e já manifestações mágicas naturais causassem problemas consantes ao casal de pais, fazendo com que a pequena sequer saísse de casa para brincar com amigos. Por causa de Zora, eles moravam um vilarejo exclusivamente mágico.


Esta mesma pequena, através de sua clarividência, constantemente tinha premunições, dentre as quais revelou-se uma cisão na família em questão posto ter previsto que ataques nazistas atingiriam também a comunidade mágica.


É sabido o interesse exacerbado de Hitler por conhecimentos ocultos e isto inclusive, embora não de conhecimento geral, a sua descoberta da existência do Mundo Mágico. Tentando alcançar o tão desenhado saber oculto, Hitler acabou conseguindo aliados entre os bruxos e, a príncipio, tinha a ajuda deles na caça por seus 'desafetos' que julgava inferiores. Posteriormente, no entanto, o jogo se revertera e, não satisfeito em contar com a ajuda de bruxos, começou também a caçá-los com o intuito de tentar extrair a magia pura e crua destes, manipulá-la e até mesmo, através de experimentos obtusos e, obviamente, ineficientes, transferi-la para corpos trouxas. Estes ataques foram previstos por Zora. Andrzej, sabendo do poder da filha, tentou alertar o Ministério mágico, todavia foi rechaçado por estes, incrédulos nas premunições de uma criança de apenas 9 anos que nem sabia controlar sua magia.


Andrzej, temeroso por sua família, tentava encontrar formas de protejê-la, contudo, com o avanço do nazismo pela Europa acabou por, juntamente com sua mulher, tomar a decisão de sair daquele recôndito, inclusive, cercados de judeus, cujo sangue ele inclusive carregava nas veias por sua ancestralidade.


Em 1936, escolheram, assim, a Islândia - país longínquo, de difícil acesso, pouco povoado, julgando que a guerra trouxa dificilmente atingiria o país gelado. A escolha pelos Fiordes Ocidentais fora bem planejada, inclusive, onde se alocariam em residência. Seus filhos saíram da escola, à contragosto de ambos, tendo a educação continuada por formas familiares e domésticas, recebendo orientações do diretor de Durmstrang na época o qual era amigo próximo da família.


Viviam numa pequena comunidade bruxa islandesa, não mais preenchida do que por 100 bruxos aproximadamente, contando crianças e velhos. E a falta de atrativos para os dois jovens poloneses o levaram a fazer percursos pela região, tendo acesso aos trouxas e travando relacionamentos de amizade. E destes relacionamentos, Anna conhecia Sigurð, um trouxa local que trabalhava junto com a família no ramo pesqueiro, a principal indústria dos trouxas locais, inclusive atualmente. Não demorou muito para que ambos se apaixonassem.


Deste relacionamento escondido dos olhos do casal bruxo, em 1937 nasceria nossa pequena Agnes.


O relacionamento, obviamente, não fora bem quisto pelos pais de Anna que buscaram a Islândia para se esconderem e, vendo a filha mais velha fazer justamente o contrário, se embrenhar com os trouxas, os quais não teciam preconceito e ódio, igual muitos sangue-puros ainda fazem no Mundo Mágico. Contudo, temiam por Zora, sempre instável magicamente, e claro, por si próprios também.  E isto tudo os irritou. Claro, não a ponto de expulsar sua filha de apenas 15 anos de casa, jogá-la entre os trouxas com uma criança que poderia carregar o poder mágico, quiçá instável como da tia de 11 anos.


Pensando no bem da família e na união da mesma, o casal judaico-polonês achou por bem trazer Sigurð para mais perto; explicar sobre o Mundo Mágico, a necessidade de Anna continuar por perto de seus olhos e até mesmo a situação de Zora. De início, não foi fácil Sigurð absorver tanta informação, mas, dada as 'lendas locais' que corriam entre os trouxas sobre poderes sobrenaturais como também o amor que tecia pela jovem Anna, ele aceitou viver com a família da jovem.


Agnes assim cresceria entre sua família bruxa, agora já não mais na vila bruxa, mas, num local que também fosse seguro para Sigurd. Protegeriam a área para que as instabilidades de Zora passassem desapercebidas, mesmo eles tendo escolhido uma região do local já pouco povoado com menos circulação ainda de pessoas. Não demoraria muito para que Agnes ganhasse mais dois irmãos, mais precisamente Freyja e Gunnar, respectivamente.


Sigurð permanecia no ramo de pesca, afinal, não sabia fazer magia e era a única coisa que sabia fazer. O casal de bruxos, no entanto, haviam aberto um boticário na comunidade mágica onde vendiam dos mais variados líquidos mágicos, e, sob concentimento dos pais, acabariam por ser responsáveis pela educação dos netos.


Jan, tão logo a guerra dissipou-se da Europa, acabou por se mudar da região, abrigando-se na capital do país, a região mais movimentada, inclusive entre os trouxas. Não aguentava aquela aldeia pacata em que sua família vivia. Zora não demorou a falecer de causas especificamente desconhecidas, embora tivesse tido um surto clarividente dias antes e sido levada a um descontrole mágico outrora jamais visto.


Com dois filhos longe, um pela morte e outro geograficamente, o casal Andrzej e Agata acabaram por se abrigar emocionalmente nos cuidados dos netos. Vendo os pais consideravelmente abalados pela perda de Zora, Anna não via mal o interesse dos pais nos filhos, inclusive, isto a ajudava já que resolvera se afastar do Mundo Mágico para que seu amado Sigurð não se visse excluído dentro daquela família de bruxos. Tudo assim, convergia naturalmente, para que estes três pequenos bruxos se transformassem em exímios adultos para a comunidade mágica.


Todos estudaram em Durmstrang, escola a qual Andrzej via com bons olhos, mesmo dada a algumas linhas políticas que volta e meia alguns professores e diretores gostavam de seguir, como a importância dada a pureza de sangue. Já explicando em casa que isto não importava de nada verdadeiramente no que tangia a magnitude do poder mágico que um bruxo poderia alçar, as três crianças cresciam em personalidade, lucidez e dialética para enfrentar quem quer que seja de preconceito por onde passavam na escola, dado o fato de serem mestiços.


Os três islandeses paulatinamente se firmavam na comunidade bruxa. Ao longo dos anos, por exemplo, Freyja se tornara uma alquimista renomada, ganhando inclusive a Terceira Classe da Ordem de Merlin, dada sua contribuição ao conhecimento mágico na área que lhe competia. Uma de suas filhas atualmente é responsável pelo boticário da família nos Fiordes Ocidentais, controlando não só a sede, criada pelos ascendentes, mas, também outras filiais espalhadas pela Islândia. 


Gunnar, após se formar, juntou-se ao tio na capital islandesa e, assim como Jan, tornaram-se aurores importantes no Ministério local. Não demorou muito a chamar a atenção do Ministro da Magia de seu país pelos seus feitos e ser indicado para ocupar o cargo de Chefe da Comissão Internacional de Segurança Mágica na CIB, com apenas 35 anos. Todavia, quinze anos depois, ainda como chefe, Gunnar viria a falecer em exercício de seu cargo, durante um ato de bravura em defesa dos trouxas em um ataque de Bruxos das Trevas na capital britânica.

Nossa protagonista também não ficara para trás. Ainda como aluna de Durmstrang, Agnes destacou-se como monitora, pertencente à antiga casa Vodyanoi. No sétimo ano, Agnes viria a ganhar o posto de monitora chefe e a realizar seus NIEM's russo, através do qual se formara com louvor. E, ao contrário dos irmãos que se destacaram na arte de líquidos mágicos e feitiços, o que sempre lhe chamara a atenção era aquilo visto por poucos e alcançável por menos ainda, o conhecimento oculto.


Buscando ampliação de seus conhecimentos na área, Agnes conseguira estágio no Departamento de Mistérios Islandês, onde permaneceu até sua formação em Durmstrang. Obviamente, ali ela não conseguira ver nem a ponta do iceberg do conhecimento mágico o qual ele abrigara, e, assim, resoluta em aprender mais, Agnes desligou-se do ministério e foi atrás de artes antigas, do berço da magia no Oriente Médio. Lá formou-se em Ocultismo aos 21 anos, especializando-se em rituais mágicos e até mesmo a forma como os trouxas tratavam o "misticismo". Posteriormente, dedicou-se aos estudos de objetos mágicos, identificação de magia e como ela poderia modular a teoria mágica do espaço-tempo. Não contente ainda do que atingira, Agnes buscara o saber através da Magia das Trevas, um ramo obscuro, sempre visto com maus olhos por boa parte da comunidade mágica. Porém, segundo a bruxa, quando se sabe usá-la e manipulá-la, ela também pode fazer o 'bem'.



Diante deste viés, da afirmativa de que o conhecimento profundo da magia não pode estar a alcance de todos, a fim de não provocar até mesmo a extinção do Mundo Mágico, Agnes estudou profundamente a oclumancia. E embora sempre achara interessante a legilimancia, proteger lhe parecia mais necessário do que atacar, fato este inclusive que não a fez desenvolver muito também sua arte telepática.



Durante sua formação acadêmica, Agnes também fincou o pé na docência e pesquisa, sendo professora de Ocultismo nos Centros de Formação Superior em Magia do Egito, país onde morou por dez anos, Israel, nação de seus queridos avós, por cinco anos e, posteriormente, sua própria Islândia por mais dez anos. Após mais de vinte e cinco anos de estudo em Ocultismo, Magia das Trevas, Identificação de Magia e manipulação, Agnes voltara o interesse pelo Ministério da Magia, em específico, o Departamento de Mistérios de seu país. Desejava ver até onde iam seu conhecimento, e, principalmente, até onde eles se permitiam legalmente ir. 



Como inominável, não se espantou com o fato de que nem tudo era oficializado e até mesmo para o próprio Ministro da Magia da época. Claro, percebeu também que a magnitude e importância do departamento se dava em boa parte pela sede de conhecimento de seu gerenciador oficial. Com 46 anos, Agnes voltou ao Departamento de Mistérios Islandês, local onde se firmou por 15 anos, tornando-se inclusive chefe aos 62 anos, cargo que permaneceu até aos 72 anos, quando se tornou Ministra da Magia da Islândia.



























Este perfil já foi visualizado 3.031 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 06/07/2020 às 23:08:42