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Finlandia Kaarina Thyra Hesselgren [ 17186 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Kaarina Thyra Hesselgren
  • Mundo Mágico

  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Kaarina Thyra Saxe-Coburg Gotha-Windsor Schneider Lasse Kirkkomäki Hesselgren

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Não-Mágica

  • ALTURA

    1,60m

  • PESO

    50kg

  • OLHOS

    Castanho Claro

  • CABELOS

    Castanho Escuro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Bissexual

  • IDADE

    20 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    13/10/1997

  • SIGNO

    Libra

  • NOME DO PAI

    Iikka Kirsikka Kirkkomäki

  • NOME DA MÃE

    Marja Agnyss Saxe-Coburg Gotha-Windsor Schneider Lasse Hesselgren

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Helsinque/Finlândia

  • RELACIONAMENTO

    Solteiro

  • NÍVEL

 


[A ser editado...]


 


 


 


 


[RAEGAN!!!]


Raegan Baldwin não era uma bruxa. Ainda que suas condições de nascimentos apontassem inteiramente para a bruxaria, a verdade é que nunca se poderia chamar de tal forma. Nasceu no Canadá, mais precisamente em Vancouver, a segunda filha do casal Baldwin. Seus pais, bruxos de sangue puríssimo, esperavam uma única criança, mas a segunda - ela - foi uma surpresa a mais. Cresceu alimentada, com uma babá sempre ao lado, os mimos da família e sua companheira favorita, Aileen, ao lado. Mas nada foi o bastante para despertar em si qualquer sinais de magia, nem mesmo com os pais alimentando a esperança cada vez mais à medida que os anos passavam.


Ela era um aborto. Não alguém que poderia aprender como fazer feitiços, não uma pessoa a ser enviada para Ilvemorny, de certa forma, nem mesmo um ser-humano que merecia pisar em sua mansão. Mas o fato foi bem escondido, porque o pai nunca aceitaria que tivesse uma filha dotada de uma condição tão brutal. Não, para todo o resto do mundo ela era Raegan, uma bruxa finíssima cujo talento era muito superior para escolas de magia, que precisou aprender tudo que sabia em casa para evitar acidentes, com os professores mais especializados e o melhor cuidado que o dinheiro podia oferecer. Para o resto do mundo, suas especializações eram tantas que era uma pena nunca ter considerado outra opção além do quadribol. Em casa, sua única companhia era a irmã, a única que não abaixava a cabeça ou proferia xingamentos quando entrava em um quarto.


Ainda assim, cresceu bem. Sempre foi muito independente, moleca, aventureira - o tipo que não precisava de demasiada atenção. Aprendeu desde cedo como se portar, o que dizer, as desculpas que dar em relação a mágica, como exatamente agir de modo que o nome da família fosse mantido e ela não se tornasse mais uma "pobre criança orfã jogada na rua por alguém". A valentia foi crescendo porque se o contrário acontecesse, então ela nunca saberia como se proteger, e provavelmente viveria como se estivesse presa em uma caverna. Ela era a companheira de viagem perfeita, definitivamente, mesmo que nunca pudesse salvar a vida de alguém que estivesse caindo de um penhasco ou conjurar uma roupa quentinha durante uma nevasca.


O que a manteve para valer na família foi seu dom com qualquer coisa que envolvesse vassouras voadoras. Foi a primeira das irmãs a voar, no alto de seus treze anos, com uma de brinquedo que não servia para muito, nem mesmo para piruetas. Ainda assim, estava claro que gostava demais de flutuar por aí, de vez em quando apostar corridas imaginárias e até fingir que estava em uma competição como as que sua mãe narrava. Com o tempo, ela e a irmã cresceram não só uma paixão absoluta pelos mais diversos tipos de esportes envolvendo o meio de transporte, como também uma paixão por qualquer coisa que envolvesse o voo. Quadribol, o esporte mais famoso no Mundo Bruxo, não só não ficava de fora mas era o predileto de Aileen, e o segundo predileto da aborto.


Quando o pai entendeu que apesar da falta de capacidade mágicas, ela era excelente em determinados esportes, decidiu aproveitar o fato. Todos já sabiam da existência da criança e sujaria a imagem da família deixá-la de lado ou matá-la, portanto, a opção era esconder sua condição e torná-la famosa de um modo alternativo. Com o passar dos anos, ele incentivou-a cada vez mais a treinar para os esportes, além de continuar oferecendo educações teóricas sobre o Mundo Bruxo. Foi apenas em seus catorze anos, quando a irmã estava fora, estudando, que teve uma conversa séria com a família. Descobriu o que queriam de si: Continuaria se portando como o comum, e começaria tão cedo quanto possível uma carreira no Mundo Bruxo. 


Deu certo. Era de se esperar, afinal só precisava estudar determinadas áreas da magia (para saber responder perguntas, óbvio), e todo o resto ela precisava gastar com os esportes. De vez em quando tinha tempo para diversão, mas de qualquer jeito o que treinava ela já amava e sabia muito bem como se esconder dos pais ou fingir que estudava. Crescer, apesar de ser inferior, nunca foi um problema; com o passar dos anos começou a ver-se de uma maneira boa, não superior, mas suficiente. Enfim, treinava o tempo todo, e quando entendeu que Quadribol era seu foco, passou a treinar para todas as posições. Tornou-se o tipo de jogadora completa, e surpreendeu a todos quando fez seu primeiro teste para um time profissional.


Não foi uma surpresa quando conseguiu a posição de reserva no famoso Stonewall Stormers, muito menos quando ascendeu para a posição de apanhadora cinco meses depois. Era pequena, ágil, e esperta o suficiente para vencer mesmo os mais experientes adversários. No fim, a verdade é que ela era mais experiente que a maioria destes, considerando suas horas de treino.


Seu pai, no entanto, não estava satisfeito que a menina continuasse ali, mesmo que um fosse um dos melhores times do mundo, ela precisava encontrar um lugar para si no meio dos verdadeiramente grandiosos, bem longe. Mandou-a para a Europa, onde tinha uma casa de escolha, dinheiro mensal o bastante, entre outros... A única razão para ela aceitar aquilo tudo era que não desejava a ira dele, afinal podia ser expulsa da família facilmente. 


Aos vinte anos, foi contratada pelo time Pride of Portree para trazer novamente glória ao time. Fez seu trabalho, escalando-o na liga, trazendo com uma frequência alta vitórias para a equipe que antes estava bem longe de conseguir qualquer posição invejada. Aos vinte e dois, sentiu-se feliz por sair da equipe, e mais ainda com a noção de deixar para trás uma que estava revigorada. Era a hora de achar alguma que fosse boa o bastante para a jogadora que ela era, não o contrário.


Fez, então, teste para o famoso Ballycastle Bats, aproveitando a mudança constante de jogadores dado os últimos meses. A irmã, que parou com o quadribol, voltou naquele mesmo mês, e desde então elas são os alvos mais famosos dos holofotes dos esportes: duas jogadoras fantásticas, em times opostos, batalhando uma com a outra... mas gêmeas da vida real.


Obs: Claro que a rivalidade é completamente saudável.



Este perfil já foi visualizado 349 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 06/05/2019 às 04:21:59