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Russia Ryan Volkov [ 17377 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Ryan Volkov
  • Monitor Romanov
  • Monitor Romanov

  • NOME COMPLETO

    Ryan Counch Monzant Nikiforov Volkov

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,60m

  • PESO

    53kg

  • OLHOS

    Castanho Escuro

  • CABELOS

    Castanho Intenso

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Bissexual

  • IDADE

    12 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    14/12/2004

  • SIGNO

    Sagitário

  • NOME DO PAI

    Kaiser Volkov

  • NOME DA MÃE

    Anya Nikiforova

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Desconhecida

  • LOCALIDADE

    Durmstrang

  • CIDADE/PAÍS

    Ufá/ Bashkortostão/Russia

  • RELACIONAMENTO

    Solteiro

  • NÍVEL

Uma criança que não deveria ter sido gerada. Nascido do pecado de uma mulher desesperada, mas que o amou desde seu primeiro choro. Ela não queria se livrar dele, mas precisava. Ele tinha leves traços orientais, como o pai, mas o sorriso... Ah, o sorriso era exatamente igual ao dela, ainda que fosse apenas um bebê! Foi com muita dor que ela o deu para a adoção. Mas nada apagaria o fato de que aquela criança, aquele bebê rosado e redondo, havia nascido marcado pela mancha do pecado.


 


Os pesadelos começaram ainda muito cedo. Quantos anos tinha? Três? Quatro? Não conseguia afirmar com precisão. Mas, à época, não passavam disso. Pesadelos. Lembrava-se perfeitamente do dia em que fora marcado pelas freiras do orfanato como uma aberração demoníaca como se fosse ainda hoje. Era aniversário de uma das meninas. Haviam feito um bolo. Ele estava com fome e não queria esperar. Estava irritado. Por que não podia comer de uma vez? Era só uma fatia, não? Não. Seu estado de nervos estava tão caótico que a magia em seu sangue despertou, explodindo o bolo que tanto queria comer. Claro, houveram outras situações inexplicáveis em que ele sempre estava presente. No centro. O causador de todo o mal. "Deve estar possuído" é o que elas diziam. E o trancavam no porão. Deveria pensar no que tinha feito. Mas o que ele tinha feito? Era uma criança. Não entendia nada. Foi quando eles se tornaram mais fortes. Não era mais pesadelos. Eram lembranças. Vívidas demais para serem apenas fruto de sua imaginação. Ele gritava durante o sono. Ele dizia coisas das quais ele não se lembrava. Ele se machucava. Uma faca cravada no braço. Era a dor que o trazia de volta a si. Sempre a dor. Quando não a que ele própro causava, a que os chicotes das freiras traziam, marcando suas costas com cicatrizes que ele dava graças a Deus por não poder enxergar. Deus. Que Deus? Se aquela criatura existisse de verdade seria um verdadeiro desgraçado. Por que com ele? Por que sempre com ele? Não. Ele não acreditava na existência de um ser supremo que fosse o tirar daquele limbo onde estava.


 


Mas ele acreditava no amor. E ele tinha os olhos claros e a pele mais macia que já acariciara seu rosto. Anya Nikiforova era o nome da mulher que o visitava com certa frequencia desde que ele se lembrava. Quando, depois de muitos meses sem aparecer no orfanato, ela estava de volta para o visitra, viu o estado deplorável em que era mantido desde que despertara para os caminhos da magia e os sonhos se tornaram mais intensos. Largado no porão. Água e comida rareando. As feridas nos braços e nas costas. Devia ser uma cena péssima para uma mulher de tanta classe. Mas ele sorriu para ela. Sorriu antes de perder a consciência mais uma vez.


 


Quando acordou, já estava na casa dos Volkov. Adotado. Alguém tivera a corgam de levar o garoto problema para casa no fim das contas. Anya, casada com Kaiser Volkov, acolhera o garoto em seu lar e ele não poderia ser mais grato na vida. O problema viria a seguir, com as descobertas que o menino viria a fazer. Aquela família não era uma família normal. Era uma fábrica de assassinos, na verdade e Ryan seria a mais nova arma a integrar o arsenal de Kaiser.


 


E os pesadelos não diminuiram. Não deram uma trégua. Ficavam piores a cada dia. Não deveria dormir. Isso aprendera ainda no orfanato. Dormir seria pior. Se falasse durante o sono e tivesse uma daquelas crises horríveis seria pior. Muito pior. E ele não queria que os Volkov os vissem daquela forma. Os meninos mais velhos do orfanato o ensinaram a evitar o sono. Substâncias. Drogas. Tudo que pudesse o afastar da cama e destruir o seu corpo. Mas um dia elas acabaram. E ele acabou caindo no sono. Sua desgraça. Ela veio. A crise. Infeliz, infernal. Ele estava em uma carruagem em Londres. Não sabia exatamente quando, mas precisava ir até lá. Uma casa. Grande e escondida. Olhou no relógio de bolso. O condutor da carruagem o alertou que estavam chegando. Ele desceu. A casa em chamas. Seu coração em chamas. Os amigos dele, pessoas muito queridas, estavam lá dentro. Mortas. Levou a mão até a varinha. Tinha alguém ali. Se virou. Antes que pudesse fazer qualquer coisa, alguém o golpeou pelas costas com uma espada. E aquilo doia. Não somente o ferimento. Era a sua alma. Mágoa. Traição. Dor. Ele estava morrendo. "Vocês são monstros!" A voz ecoava em sua cabeça. "Vocês não merecem viver!" Não! Ela não queria isso! "Morram em nome da igreja!!!"


 


E ele acordou. Estava suado. Cansado. E doía de verdade. Mas não estava sozinho. O garoto ao seu lado sorriu para ele dizendo para que ele se acalmasse. Não iria a lugar nenhum. Estava com ele. E realmente esteve todos os dias seguintes. Nathaniel Volkov era um bastardo de Kaiser. Tinha a mesma idade de Ryan e se tornou seu melhor amigo naquele lugar novo. Ele o protegia. Ele ficava ao seu lado. Ele era a pessoa mais importante da vida do menino agora. Principalmente depois da morte de Anya.


 


Ryan amava Nathaniel. Com todas as suas forças e decidiu muito cedo que viveria para protegê-lo. Sempre. Quando recebeu a carta que o convocava para o colégio de Durmstrang, não pensou nem por um segundo que não queria. Era para lá que Nate iria então era lá onde Ryan deveria estar. Seria sua espada, seu escudo e seu melhor amigo. O que ele precisasse. E, em momento nenhum deixaria transparecer o peso e a dor que carregava em seu coração quase tão repleto de cicatrizes e feridas abertas quanto sua pele. E daí que o considerariam o palhaço da turma? Enquanto isso significasse arrancar sorrisos das pessoas ao seu redor ele aceitaria o título sem pestanejar. Ele não deixaria que as pessoas que lhe eram caras sofressem. Mesmo que isso custasse sua própria felicidade. Até porque... Qual seria o verdadeiro significado de felicidade?


[Ojesed] - Maior Sonho: Morrer antes dos trinta.
[Bicho Papão] - Maior Medo: Perder Nathaniel, seu irmão adotivo.
[Dementador] - Memória: A morte que vive revivendo em seus pesadelos.
[Testrálios] - Viu a Morte?: Sim
[Tattoo] - Marcas corporais: Várias cicatrizes das chicotadas que recebia no orfanato e marcas de automutilação pelos braços e um sinal de nascença nas costas que lembra muito uma raposa.

Este perfil já foi visualizado 518 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 20/05/2019 às 18:37:10