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Russia Alicia C. Tsvetaeva [ 17466 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Alicia C. Tsvetaeva
  • 1° Ano Romanov
  • 1° Ano Romanov

  • NOME COMPLETO

    Alicia Cheer Tsvetaeva

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,58m

  • PESO

    45kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Castanho Claro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Indefinido

  • IDADE

    11 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    08/04/2006

  • SIGNO

    Áries

  • NOME DO PAI

    Mikhail Tsvetaeva

  • NOME DA MÃE

    Petra Tsvetaeva

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Trouxa

  • LOCALIDADE

    Durmstrang

  • CIDADE/PAÍS

    Ufa/Russia

  • NÍVEL

Quem conhecesse a vida dos Tsvetaeva nunca poderia imaginar o final trágico daquela família de comercial de margarina. Um pai carismático e honroso, uma mãe dona de casa modelo para os vizinhos, mas em entre quatro paredes um pesadelo. Desde pequena, Alicia era testemunhas das muitas brigas dos pais e dos mandos e desmandos de seu pai patente alta e seu único desejo era que as brigas parassem. Muito cuidado com o que deseja, pequena Alicia. As brigas pararam e os gritos de sua mãe cessaram com o som de sete balas. Os vizinhos não podiam acreditar no que seus olhos lhe contavam; Mikhail algemado, Petra debaixo do lençol e Alicia levada pelo juizado.

Grandes traumas em idade tão pequena podem causar grandes danos a personalidade de uma criança. Era isso que as pessoas sempre lhe diziam, uma forma de justificar o jeito introspectivo e sério de Alicia, mas a menina não conseguia se lembrar de quando foi uma criança sorridente e doce como as outras. Era problema e sempre foi.

“Aja como uma menina” as freiras do orfanato sempre lhe mandavam, mas o que seria agir como uma menina? Não seria ela uma menina? Então sua forma de agir seria naturalmente a de uma menina. Não. Não era o suficiente. Estavam sempre a repreendendo e a ensinando do que deveria gostar ou como agir. Ser simpática, doce, sorridente e frágil como as outras meninas. Não gostava das outras meninas. Elas a intimidavam e dificilmente tinham alguma coisa que interessasse Alicia. Preferia estar com os meninos, um em especial; o menino problema.

Problema chama problema. Desde que chegou ao orfanato, alguma coisa de especial tinha aquele menino que todos diziam ser possuído. Besteira, ela pensava. Alicia não tinha paciência para os delírios religiosos alheios e, mesmo que estivesse, não tinha medo. Tinha um certo fascínio pelas artes obscuras. Demorou pouco para se apegar ao menino e passar a segui-lo onde ele ia, até mesmo quando trancafiado pelas freiras em seus rituais de exorcismo. Podia não ser a mais adorável das crianças, mas perder todos aqueles que ama de uma vez lhe fez uma leoa quando se apega a alguém. Aquele menino era sua companhia, sua nova pessoa e não podiam lhe tratar como um bicho. Alicia sempre teve problemas em seguir regras sem sentido e, por isso, sempre lhe ajudava mesmo que isso a colocasse em problemas também.

Mas todos um dia lhe abandonam, pequena Alicia. Era isso que a menina aprendia com a vida. Não demorou muito o menino a quem tinha se apegado tanto foi adotado e levado para longe. Por que ele e apenas ele? Não entendia porque não podia ir com ele, mas essa era sua sina. Pouco tempo depois de sua partida, Alicia entendeu porque todos diziam que o menino era possuído. Magia. Não demorou muito e a menina descobriu estar também “possuída”.

Castigos físicos eram comuns no rígido lar comandado a punhos de ferros pelas freiras e Alicia já era acostumada a recebê-los. Sabia sempre que merecia. Aos 10 anos, em uma das muitas surras de régua que levava, o instrumento voou da mão da madre batendo com força na parede e se quebrou em pedaços. Foi o suficiente para que o alvo dos exorcismos no convento se desenhasse em Alicia, de modo que a carta de Durmstrang foi sua carta de alforria.


[Bicho Papão] - Maior Medo: O pai
[Dementador] - Memória: Os gritos de sua mãe pela misericórdia e perdão do marido
[Testrálios] - Viu a Morte?: Sim. Da própria mãe pelas mãos do próprio pai. É um trauma que a menina suprime

Este perfil já foi visualizado 303 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 01/06/2019 às 03:29:18