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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Franca Candice Jacobs [ 17530 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Candice Jacobs
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Candice Jacobs

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,78m

  • PESO

    59kg

  • OLHOS

    Castanho Escuro

  • CABELOS

    Castanho Intenso

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    20 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    03/03/1998

  • SIGNO

    Peixes

  • NOME DO PAI

    Marc Jacobs / John Jacobs

  • NOME DA MÃE

    Desconhecido

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Desconhecida

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Paris/Franca

  • NÍVEL

Candice já não sabia mais que horas marcava o relógio quando aquele norueguês estranho perguntou a ela sobre sua história. Sua cabeça estava levemente afetada por todo o tipo de substância ingerida na última meia hora, mas ainda assim ela tinha escutado direito: aquele homem estranho, encostado no balcão de uma boate trouxa no interior da Noruega, queria saber da sua trajetória até ali.



Ela sabia que aquela não era uma boa ideia.



Não era uma boa ideia contar a ele sobre como dois pequenos bebês muito parecidos foram parar em um orfanato francês, rodeados de mais treze crianças. Ah, e também não era uma boa ideia contar a ele que aquelas outras treze crianças eram, na verdade, treze meninos, e que ela e sua irmã gêmea cresceram em um ambiente rodeado das coisas mais sujas e opressoras que treze rapazes franceses eram capazes de oferecer. Por sorte Candice tinha uma grande companheira ao seu lado, sempre disposta a protegê-la e ajudá-la a lidar com os problemas conforme o abandono e a solidão tomavam forma em sua cabeça.



Ela também não achava uma boa ideia contar a ele como descobriram que ambas tinham sangue mágico, e que não demorou muito para encontrarem uma família. Esta certamente era uma parte de sua trajetória pela qual ela se orgulhava bastante, então não teria problemas em expor para o norueguês estranho. Infelizmente, não estava em condições de verbalizar muitas coisas.



Ela não conseguiria dizer o quão mágico foi chegar em Beauxbatons, o quão satisfatório foi a primeira vez em que realmente se sentiu parte da família Jacobs e o quão prazeroso foi ter ao seu lado, ao longo de sete anos, uma cópia melhorada ao seu lado, que mantinha o espírito protetor de outrora e ajudava ela na maioria dos empecilhos que surgiam ao longo da vida escolar. Inclusive foi em Beauxbatons, em uma das muitas festas na Caverna de Mélusine, que ela se deu conta do quanto gostava de festas. Seu espírito estava sempre a procura de boas músicas, horas e mais horas mergulhadas na dança e, sempre que possível, quantidades consideráveis de bebida. Depois estas deram espaço para substâncias um pouquinho mais pesadas, e ela aprendeu aos poucos que a sobriedade não era algo pelo qual prezava tanto.



E, por fim, não julgava ser uma boa ideia contar ao norueguês como Justice passara por maus bocados, tomando a decisão de que queria conhecer o mundo e gastar algum tempo de sua vida viajando. Ela viu-se então recebendo um convite para acompanhá-la, até porque Justice era quem lhe protegera desde sempre, então não fazia mais do que sua obrigação ao acompanhar a irmã e colocar-se pronta para viver a experiência com ela.



Mas era claro que não dava pra contar tudo isso ao norueguês. Primeiro porque sua cabeça alcoolizada não se lembraria de todos os detalhes previamente narrados, e segundo porque a sua língua não funcionava mais tão bem àquela altura da noite, prova disso era as palavras norueguesas que ela falhou em pronunciar segundos antes de ser questionada.



Sendo assim, apenas respondeu que tinha nascido em Oslo e trabalhava como fotógrafa.

Este perfil já foi visualizado 22 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 04/07/2019 às 21:36:11