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Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Egito Her'ur Saset Fakhoury [ 17717 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Her'ur Saset Fakhoury
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Her'ur Saset Fakhoury

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,9m

  • PESO

    85kg

  • OLHOS

    Verde Claro

  • CABELOS

    Castanho Escuro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    17 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    01/11/2001

  • SIGNO

    Escorpião

  • NOME DO PAI

    Ptah Fakhoury

  • NOME DA MÃE

    Asenath Fakhoury

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Cairo/Egito

  • NÍVEL

O cômodo amplo de com poucas janelas trazia pouca luz ao Ambiente, enquanto as paredes de metal do galpão cheiravam fortemente a mofo e ferrugem. O que era questionável, já que também poderia significar o sangue do idiota que escorria sem demora, enquanto os idiotas lhes espancavam a bel prazer a fim de obter uma certa localização de algo que nos fora roubado, mas com certeza não estava ali? Como eu sabia? Bem, nada escapava de meus olhos, nunca escapava, nem o mísero pensamento guardado no interior de uma caixola de ossos que, no caso daquele ali não era preenchido por massa suficiente de cérebro nem para fazer um plano.

Mas se sabia, então porque não interferia e continuava a cortar pedaços de uma maçã com um canivete a abri-lo e fechá-lo enquanto ouvia o grito, os chutes e toda a confusão? Bem, não era comigo, e eu não iria atrapalhar os rapazes (mais conhecidos como meus amigos imbecis) de se divertirem, eu não era do tipo estraga prazeres digamos assim. Que gastassem sua energia acumulada a vontade, e, caso cometessem um assassinato, daquela vez minhas mãos estavam mais limpas do que nunca, como um bom filho, deveria estar apresentável para o casamento de meu tio, como o outro Horus.

Considerei, mordiscando a maçã e abaixando o capuz, enquanto esperava que eles acabassem para dar o fora dali. As ruas eram tão poluídas naquela região que cheiravam constantemente a merda, e as brigas com tiros eram constantes. Mas não podia dizer que não sentia falta daquele ar e da adrenalina quando estava em Durmstrang ou na Mesa de jantar, aprendendo hieróglifos com meu professor particular como um bom menino e filho e exemplar.

A alta cairo e suas mansões eram minha casa, sim, mas ali, nas ruas empobrecidas onde o crime prosperava, eu também tinha o meu reinado. Alguém tinha que fazer o trabalho sujo afinal. -[fala]Acho que já chega “garotas”, não acho que ele vá nos causar mais problemas, apenas fazer xixi nas calças em você, se tiver como. -[/fala] Pronunciei por fim, com um risonho sarcástico, já entediado com a perda de tempo daqueles idiotas…

E, embora, existissem certas reclamações, elas se cessaram, quando os olhares dos cinco idiotas me encararam. Podia ser o mais novo, mas digamos que tivesse um bom histórico, e todos ali na ponta de meus dedos.



Quem eu sou? Por que mesmo querem falar de algo chato como isso, credo, parecem até meu avô, com todo aquele papo de curador de museu. Mas, não tendo jeito, melhor pegarem o café para não dormir e um babador, porque babar é nojento, e vamos lá. Sou Her'ur Saset Fakhoury, mas todos de minha família me chamam de Horus pela semelhança semântica com o nome do Deus e talvez por conta de meus olhos, papai sempre disse que eles expulsam o mal presságio (quando eu não sou o causador do mau presságio) e conseguem ler qualquer intenção escusa a ponto de não serem enganados. Tenho dezessete anos atualmente e curso o sexto ano de Durmstrang, onde dois de meus irmãos mais novos também estudam.

Minha família é bem rica e nunca passei necessidade. Meu avô primeiramente é o curador do museu de Alexandria, e minha família produz os melhores tapetes mágicos de todo o norte da África, assim como temos ações nas empresas de extrativistas de metais mágicos em toda África. Minha mãe por outro lado tem um pai libanês e uma mãe italiana, o que me faz ter pele e olhos claros. Meus pais se conheceram em Durmstrang, e logo se apaixonaram e, embora minha gravidez não fosse planejada, fui bem quisto. Afinal, eu era um bebê bem maravilhoso, daqueles que poderiam ganhar concursos sem dificuldades, e desde pequeno, como filho mais velho e herdeiro aprendi a falar árabe, bem como italiano e inglês, assim como ler e reconhecer hieróglifos. Ah, sim, havia a tecelagem de tapetes mágicos, mas isso era um saco e não conta.

E assim eu cresci, esperto demais, o suficiente para aprender a fugir de casa e descer para a cidade baixa, diversas vezes durante o tempo livre. As crianças nos bairros ricos eram chatas por assim dizer e esnobes, me olhando com interesse, enquanto fingindo ser outra pessoa eu conseguia amigos de verdade, diversão de verdade e até aprendia a me virar sozinho e coisas legais. Ainda me lembro quando minha mãe me deu um peteleco quando roubei um pão apenas para treinar e mostrar como sabia me virar, foi uma experiência bem divertida.

Com onze anos, fui para durmstrang, sendo selecionado para rurik e sendo um aluno mediano na escola por dormir na maior parte das aulas e as provas me darem preguiça, já que ficava até tarde em festas particulares com meus amigos e amigas dos meus amigos, que viraram minhas amigas íntimas por assim dizer. E nas férias, lá estava eu lá de novo, em casa com meu irmão ou brincando de de meter em confusão com os trouxas.

Sendo assim, eu cresci, entre dois mundos, e embora minha família não aprovasse muito meus amigos ou que me envolvesse em confusão, desde que não os trouxesse para casa ou não fosse pego, as coisas ficavam tranquilas, até porque, uma coisa que notaram era que conhecia pessoas e conseguia muitas coisas interessantes delas. Chamem de carisma natural, ou charme próprio. É irresistível, não concorda? Por que, claro, só eu posso conseguir o que quero, quando quero e na hora que quero, assim é meu mundo. Meu talento natural.

E agora, se me derem licença, cansei de falar. Bye.

Ps: Se tiver alguma Irmã gata, avise para ela que quero ter um papo em particular com ela, pode ser namorada também, se não se importar com dois chifres surgindo em sua cabeça.



Este perfil já foi visualizado 110 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 02/01/2021 às 19:36:19