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Franca Ariel Rosenkrantz [ 17790 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Ariel Rosenkrantz
  • 1° Ano Brigit
  • 1° Ano Brigit

  • NOME COMPLETO

    Ariel Rosenkrantz

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,50m

  • PESO

    45kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Loiro Claro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    11 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    12/08/2009

  • SIGNO

    Leão

  • NOME DO PAI

    Arcturus Rosenkrantz

  • NOME DA MÃE

    Coralia

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Mestiço

  • LOCALIDADE

    Beauxbatons

  • CIDADE/PAÍS

    Tanneron/Franca

  • NÍVEL

Quem nunca gostou de histórias do mar? Por anos, as pessoas sempre acharam fascinante trazer em suas fantasias as fábulas dos perigos que o oceano trazia para aqueles que se dispunham a navega-los. Simbad, Colombo e diferentes outros grandes navegadores, capitães diante de diferentes aventuras em meio ao universo azul sabiam bem que podiam tudo esperar de uma terra que jamais havia sido investigada. Nenhum deles podia andar sobre as águas para conquistar, muito menos se afundar nas profundezas sem que perdesse o ar e sentisse a necessidade de fazer seus pulmões conseguirem o tão precioso elemento que faz nossos corpos humanos viverem. É claro que os outros desbravadores modernos iriam encontrar muitas coisas fantásticas quando se envolviam com o fundo de um majestoso oceano que, aos seus olhos, lhe era escuro. Mas haviam alguns seres que até mesmo os tubarões se curvavam e os reverenciavam. Não eram as baleias, muito menos as perigosas águas vivas. Tão poderosas a ponto de assustarem os mais conhecedores das águas e controlavam seus poderosos navios que carregavam as boas novas ao redor do mundo que os conectava por meio de outro elemento importante para o corpo humano – a água.

Quantas histórias nossos pais, tão comumente preocupados em proibir seus tenros filhos de se aventurarem no mar não criaram? Ainda mais no mar Mediterrâneo aonde grande parte das sereias, sim as famosas sereias, ainda existiam? A pergunta, na verdade era: Quantas vezes lhe foi contado sobre as sereias? Não aquela da Disney que todos acham que se escondiam dos humanos. Essas, são romantizadas demais. Talvez aquelas que por anos utilizavam-se dos marinheiros cansados, famintos e quase na exaustão do corpo diante de longas jornadas que ouviam suas vozes e as acompanhava para o fundo do mar serem amados de formas inimagináveis. Inclusive por meio da alimentação de seu frágil corpo diante daquelas que assim sobreviviam. Nada romantizado, somente criaturas que variavam de diferentes espécies desde as mais selvagens como uma raça mais rudimentar que os sereianos, que possuíam uma linguagem, cultura e até mesmo tratados com diferentes humanos até as sereias. O grupo feminino e masculino de seres metade humanos e metade peixe. Seus cabelos de tons variavam e olhares grandes, curiosos, seduziam os visitantes de suas águas e bem, sabemos o que iria acontecer.

Mas se houvesse talvez uma linhagem ainda mais civilizada? Com grandes aglomerações? Espaços aonde eles conseguiam se alimentar de caça e não de humanos? Era o que Arcturus piamente acreditava, ainda mais um grande especialista em magizoologia marinha, o homem havia escolhido deliberadamente se afastar da família tão conhecida Rosenkrantz para poder seguir seus planos de ser um famoso em sua profissão. Vivendo por anos próximo as águas do Sul da França, ele havia conhecido diferentes espécies de sereias, agradecendo sua habilidade de linguística dos castigos maternos tão pesados sobre a importância purista lhe havia lhe dado. Ele acreditava piamente que o mundo poderia ser melhor se houvesse uma mistura do mundo mágico e trouxa, podendo revelar as diferentes criaturas que se existiam na terra, mesmo outras precisando ser extremamente protegidas. Isso ia contra tudo o que ele havia crescido e, por isso, a escolha de fugir era a mais inteligente de todas. Ele precisara por anos desaparecer para poder encontrar seu eu e, infelizmente, para outros familiares não tão espertos quanto ele, não haviam tido a oportunidade de viver suas próprias vidas. E Arcturus estava disposto a conseguir escapar do mundo que sua amada irmã Andromeda tão bem cuidava e seus irmãos mais novos também.

Ele estava disposto a viver sozinho até um dia que ele [i]a[/i] viu. Próximo ao mar aberto. A jovem de cabelos loiros, pele de tom alvo e corpo curvilíneo carregava traços de algas pelo corpo, enquanto desmaiada em uma das pedras parecia estar desidratada. Ali, outros haviam o alertado que talvez fosse uma isca para que eles fossem destruídos logo depois. A maldição seria atingida a todos que estavam no barco, mas Arcturus nunca havia sido considerado um homem fácil de domar e quando a viu, os olhos se enfeitiçaram. Ao tocar em sua pele, o corpo sentiu a famosa eletricidade que muitos que navegavam por aquelas águas sabiam bem quem lhes fazia isso. Não havia voz, havia somente um corpo respirando fraco, prestes à morte que o jovem magizoologista não deixaria de cuidar. Entre pedaços de rede e parecia amarrada em volta de o que parecia ser um anzol, [i]ela[/i] acomodou-se contra o seu corpo fazendo com que ele sentisse que estava imediatamente enfeitiçado. Ela somente podia ser uma sereia! Ele estava com o coração batendo a favor de uma sereia, que o impediu de ver o restante da equipe completamente amedrontado com aquela atitude – iriam todos morrer, não iriam?

Tirar uma sereia de seu habitat natural poderia trazer grandes problemas, mas Arcturus nem sequer se importava. Ele a amava. Ele poderia viver perto do mar. Ela poderia nadar sempre que quisesse e poderia se transformar em sua frente a qualquer momento. E ele começou a criar aquilo imediatamente quando viu os olhos da jovem e sorriu enquanto o rosto marcado do sol dela mostrava que não estava acostumada com aquilo. O saltar do barco da areia, logo começou os tratamentos: garantir que ficasse hidratada com água do mar, verificou os diferentes machucados que talvez foram causados pela dificuldade de nadar com duas pernas. O corpo estava fraco, mas parecia começar a ganhar vigor ao longo dos dias que ele lhe oferecia mariscos em papinha e a mantinha aquecida e na água. Ele não soube, mas aos poucos, parte daquela equipe, em vez de sofrer maldições, começou a receber interessantes milagres. Barcos novos, diferentes tipos de empregos e até mesmo visto as famosas baleias brilhantes que nunca são vistas apareceram enquanto o jovem esperava pacientemente a jovem acordar.

Por um momento, ele achou que a havia perdido. Como podia ter achado o amor de sua vida e, agora, a havia perdido? O respirar desesperado dela por ar se sentando ereta, como se buscasse aprender a respirar diante de algo novo o fez olhar para ela completamente apaixonado. Ela estava viva! Ele a havia protegido. Após um tempo, ele aprendeu que o nome dela era Coralia. Fazia muito sentido. O nome de sereia lhe dava também a certeza que aquela era uma sereia de verdade! Ele iria proteger ela como se sua vida fosse a coisa mais importante para si. Aos poucos, aquela criatura que realmente teve dificuldades para caminhar, para falar o idioma, que achava os objetos tão diferentes logo não se recordava de muito de sua vida regressa. Lembrava-se das águas, de profundezas, mas nada além disso. Aos poucos, Arcturus a amou e percebeu que era retribuído devagar, enquanto ele curava as profundas e estranhas memórias que ela não se lembrava e os buracos que aquilo lhe causava. Todos que a viam, achavam que era uma mulher maravilhosa, com uma postura diferente, como se fosse uma rainha. E ele a chamava de sereia. A sua sereia, e ele um mero marinheiro que a amava profundamente e queria que ela fosse feliz ao seu lado.

Ao longo dos anos, eles tiveram uma única filha. Ariel. Claro que Arcturus manteria a tradição familiar, a chamando de Alula Ariel, mas a chamava como uma sereia que era, de Ariel. Ela tinha os olhos da mãe e os cabelos dela, mas o temperamento muito parecido com o do pai. Coralia viveu os três primeiros anos da pequena e, diante de uma profunda pneumonia que jamais curava, faleceu. O pai de Ariel sentiu o coração se contorcer, ao devolver a mulher falecida para o mar, esperando que ele o perdoasse já que a retirara para salvá-la e não falecida. Aos poucos, o homem decidira dar toda a sua atenção a brilhante Ariel que amava o mar mais do que tudo. Ela se recordava das histórias da mãe e do pai sobre as sereias e vivia feliz caminhando nas ondas do mar, ainda mais quando começou a entoar cantos belíssimos que faziam as pessoas se emocionarem. De onde ela teria herdado aquela habilidade belíssima de cantar se não fosse da mãe? Uma sereia deveria cantar. Com um sorriso, a pequena recebia a atenção que precisava para começar ganhar diferentes elogios que a levaram para o seu primeiro papel como atriz.

Em uma série extremamente famosa trouxa chamada “A vida como ela é”, ela crescera dos quatro até os sete ali, cantando entre os outros atores e também contracenando com famosos artistas franceses. Aos poucos, propagandas, filmes lhe foram ofertados, começando com que ela criasse e composse suas próprias músicas. A voz dela era como uma deliciosa viagem que muitos reverenciavam por ainda manter a pureza e querer permanecer daquela forma por muitos anos. Diferente do que muitos especulavam, Ariel mesmo tendo sido criada entre dois mundos sabia bem que a família do pai detestava aquelas coisas e aprendera a mentir bem para que eles jamais soubessem a verdade. Temia que o pai sofresse as consequências de sua prima Pandora e outros que ela havia ouvido falar e não podia deixar que aquilo acontecesse de forma alguma. Ela amava o mar e amava também o mundo artístico, mas o mundo era muito mais do que isso, não é? Amava poder velejar com o pai e a aprender com ele as artes de se navegar um pequeno barco ou uma barca. Gostava de assistir os pescadores ensinando uns aos outros como pegarem peixes, mesmo que ela aos 10 começasse a detestar a ideia de comer frutos do mar.

Ela começara também a amar muito arquitetura e engenharia. Sua habilidade matemática era para muitos bem peculiar, já que com um pai magizoologista e a mãe de origem desconhecida, como ela poderia ser capaz de reproduzir em areia ou até mesmo com pequenos blocos de madeira, com perfeição grandes prédios? Ela gostava de sentar e imaginar como as coisas haviam sido colocadas, como ela construía um personagem – bloco por bloco – ou existia algo que exigia de vez em quando improvisação? Ela, como uma boa amante das sereias e acreditando ser uma, a fazia sempre contar aos amigos bem próximos a verdade que nunca acreditavam nela. Mesmo que o pai a chamasse de Minha Sereia, como com a mãe, todos achavam que era um apelido sincero. E não a possível realidade.

As primeiras magias aconteceram em casa, quando levitava blocos para formar seus castelos, livros que pegaram fogo, mas que conseguiram reconstruir. O temperamento de Ariel era sempre muito bem equilibrado, mas como qualquer criança, coisas poderiam sair fora do lugar. Coisas talvez não fossem como ela queria. Ela não queria ir para Hogwarts, mesmo sabendo ser a tradição familiar. Ela queria estar cercada de água e, se havia um lugar que ela havia lido escolar para tal era Beauxbatons. É claro, teria que inventar uma boa história para estar em um internato, mas o pai, que amava tanto, encontraria como sempre as respostas, não? Quando a carta da escola francesa chegara, ela a abraçou com tanto carinho. Iria ter como sua diretora uma Princesa, uma Modelo Internacional como vice e uma sacerdotisa como chefe dos professores! Havia como algo dar errado? Ela desenvolveria suas habilidades e soube que ali dentro haviam sereias. Poderia ela perguntar se sabiam de sua mãe? As fantasias voavam longamente, parecendo que não cabiam na cabecinha de uma garotinha que começou a fazer muito mais episódios que o normal para a série atual para que conseguissem esconder a ida dela ao internato e os contratos continuariam firmes.

O álbum seria lançado como premeditado nas férias da primavera, quando ela estivesse em casa. Tudo estava certo para que ela tivesse a chance da vida de desenvolver a magia e suas habilidades. Estaria em meio a bruxos similares a ela, mas não tanto. Nem todos tinham um sangue tão especial quanto o dela. Ariel sabia bem disso. Os cabelos e o sorriso gentil eram a chave para que muitos se aproximassem e ela por viver no meio artístico tivera de aprender como lidar. Mas não significava que fosse de todo tão esperta. Era como o mar: se soubesse navegar e conhecer as boas rotas, poderia tentar escapar dos mistérios que existiam por debaixo de suas profundezas. Entretanto, não queria dizer que de vez em quando algo entrava em meio de seus poderosos navios, destruindo seus cascos e os fazendo lembrar de que ali, no mar, ainda se existia o desconhecido. Como também existiam as sereias. Aqueles que ainda comandavam os mares que se seguiam por conseguirem destruir aquilo que poderia ser acima de todos os outros animais: os humanos. Mas, eram somente histórias. Acreditaria alguém em uma garotinha que vinha lhe contar essas fábulas? Ainda mais uma absurdez como aquela?

Muita tolice, não acha? Eu, uma humilde narradora, talvez não acho.



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