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Franca Constance Lamartine Bourbon [ 7001 ]

Situação Atual: CADASTRO INATIVADO PELO ADMINISTRADOR!!!

  • Constance Lamartine Bourbon
  • Mundo Mágico
  • Mundo Mágico

  • NOME COMPLETO

    Constance de Valois Lamartine Bourbon

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,75m

  • PESO

    60kg

  • OLHOS

    Azul Intenso

  • CABELOS

    Loiro Claro

  • SEXO

    Feminino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    18 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    06/05/1991

  • SIGNO

    Touro

  • NOME DO PAI

    Honoré Alincourt-Lambert Lamartine

  • NOME DA MÃE

    Florence de Valois Lamartine Bourbon

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Sangue Puro

  • LOCALIDADE

    Mundo Mágico

  • CIDADE/PAÍS

    Versailles/Franca

  • NÍVEL

- Excusez-moi, monsieur d'Amboise. - com uma falsa gentileza estampada no rosto de feições delicadas de uma boneca de porcelana como o da prima, dispensou o desagradável herdeiro do duque de Guise tão logo avistou novamente o alvo de sua cobiça retornando para a festa após breve visita à mansão dos Horenhein Slytherin. Jamais havia visto um homem como aquele, que além de ser portador da elegância natural e da beleza comum àqueles com os quais a herdeira dos Bourbon costumava se relacionar - e diga-se de passagem, estes não eram poucos -, parecia irradiar uma aura de um magnetismo sobrenatural, impedindo que Constance desviasse o olhar propositalmente sedutor sequer por um minuto desde que o avistara chegando na festa, pouco depois de ter cumprimentado educadamente os tios anfitriões e - não tão educadamente assim - sua priminha insuportável cuja missão devia ser degenerar de vez o sangue francês da família Bourbon ao misturá-lo com o de seu noivo de origens germânicas, como se já não bastasse ela própria ser uma maldita mestiça fruto do casamento de sua tia com um britânico. Mas se Mariabelle já não era digna de preencher seus pensamentos em ocasiões comuns, então muito menos seria agora que tinha algo muito mais interessante e importante para fazer. Tendo afastado rapidamente a razão da mácula de sua família de suas lembranças, não perdeu tempo para deslizar decididamente pelo amplo salão esculpido em gelo e abordar a sua presa especial da noite. - "Que ele seja francês, que ele seja francês..."

- Bonsoir, monsier! - talvez se o seu interlocutor não tivesse habilidades vampíricas, ele teria acreditado que a francesa aparatara do além bem à sua frente tamanha a rapidez com à qual Constance brotara em seu vestido escarlate que chegava a ser indecente reluzindo em micro-pedras preciosas à sua frente - Sei que ainda não nos conhecemos... mas não pude evitar de vir me apresentar depois de vê-lo cumprimentando a minha estimada prima tão calorosamente, sendo que nunca vi o senhor em nenhum dos eventos sociais e confraternizações da nossa família... - cara de pau era pouco para definir a setimanista de Beauxbattons que a cada palavra melodiosa saída de sua boca carnuda rubra discretamente fazia questão de - sempre que a pista apinhada de pseudo-dançarinos era passível de ser usada como desculpa - roçar de leve os peitos que pareciam a qualquer momento saltar para fora do decote tomara que caia do vestido no tórax daquela manifestação material da perdição em forma de homem. Antes que ele pudesse se manifestar, no entanto, já estendeu a mãozinha delicada para que ele beijasse enquanto emendou a sua parte, como sempre dando ênfase à posição prestigiosa que sua família ocupava na comunidade mágica não só francesa, mas européia em geral - Constance Lamartine Bourbon, princesa herdeira da infelizmente extinta monarquia francesa e futura duquesa de Bourgogne, absolutamente encantada em conhecer tão distinto senhor.

E Ashtaroth fora perfeito até o momento em que abrira a boca. O sotaque! O maldito sotaque! Como Deus podia ser tão cruel e sem coração com uma de suas filhas mais queridas - como a egocêntrica Connie acreditava ser - e fazer o candidato que esteve mais próximo de se tornar o homem de sua vida até então nascer em uma pátria xexelenta qualquer que não fosse sua amada França? Estava tão abalada que não apenas o sorriso vacilou ao recolher a mão intocada por ele - atribuindo sem hesitação essa aparente falta de modos grosseira às origens impuras do moço -, mas também sequer cogitou em seu choque que a resposta à sua silenciosa indagação retórica poderia ser que essa infâmia fosse fruto do infalível acerto de contas divino por sempre fazer sua pobre prima franco-inglesa prometida a um alemão a constante vítima de sua língua ferina e preconceituosa. Mas o que mais doía em si, nem era a decepção pelo tal Ashtaroth ser um estrangeiro - para piorar, muito provavelmente plebeu -, mas sim o fato de simplesmente sua atração por ele continuar inabalada e, mais do que isso, ser alimentada aos poucos pelo olhar penetrante e diabolicamente sedutor cravados nos seus, de maneira que podia jurar ver refletido nas pupilas dele os corpos desnudos de ambos entrelaçando-se urgentemente em movimentos sensuais cadenciados em sua intensidade. E ainda havia aquela aura de mistério que o rodeava, mais um fator que contribuía para instigar a oferecida francesa que recomposta, resolveu dar uma chance aos seus desejos proibidos e superar aquele tabu pelo menos uma vez na vida, dando prosseguimento à conversa como se não tivesse se abalado por nada. - De qualquer forma, é estranho eu nunca tê-lo visto, já que sempre todos os amigos da família são convidados. - levemente desconfiada de que talvez ele estivesse mentido apenas para não se sentir tão diminuído por ser um zé ninguém que servia de cabo eleitoral do seu tio que só estava lá por ser filiado ao partido, deixou escapar uma risada divertida ao arquear uma das finas sobrancelhas loiras. - Acho que vou matá-los por terem esquecido de você, caso seja essa a razão de não termos nos conhecido ainda!

E ele parecia não cansar de surpreendê-la interpretando o papel de realeza para lhe fazer jus. Agora dissera até possuir súditos! Após se recompor de uma sonora gargalhada que aproveitara para poder apoiar-se nele até voltar a si, deu três tapinhas com a mãozinha de uma alvura fantasmagórica que constratava com o esmalte vermelho de suas unhas sobre o peito do homem, dando prosseguimento à sua investida. Estava realmente decidida a superar paradigmas naquela noite - Bom, já que você conhece a família inteira menos eu, me dê o seu cartão pessoal para que possamos nos conhecer melhor então... - e piscou maliciosamente antes de se pôr a contemplá-lo durante o breve momento que ele levou para colocar o papel acartonado preto no qual reluziam letras vermelho-sangue em suas mãos. - "Fornicaráz?" - o nome e a apresentação singela do cartão a fizeram involuntariamente franzir o cenho - Você é dono de um bordel?! - então estava explicado o motivo da "discrição" dele em evitar freqüentar as festas do tio Cain, mas se os outros convidados pudessem pensar que o embaixador inglês era suspeito de levar uma vida boêmia e desregrada por trás da máscara de pai de família defensor da moral e dos bons costumes, para Connie o conde era suspeito por outras razões, muito mais sórdidas, como fizera uma confidência a Ashtaroth acompanhada de uma risada maldosa - Meu tio Cain?! Hahahahaha quem diria! Eu sempre achei que ele fosse gay... - pobre Conde de Lancashire, mais uma vítima inocente do veneno da víbora ufanista que se escondia por trás da carcaça feminina mais vistosa e chamativa daquela festa, como os olhares masculinos que atraía a todo momento atestavam. Mas Constance, com as maçãs do rosto levemente avermelhadas mais pelo aumento do fluxo sanguíneo intensificado pelas risadas que o comentário do cafetão de luxo lhe proporcionara do que por finalmente sentir em sua pele o toque frio e aveludado da mão dele sobre a sua, agora era indiferente a todos à sua volta - pelo menos enquanto fosse brindada pelo azul profundo dos olhos de Ashtaroth que parecia capaz de rasgar-lhe as roupas e possuir-lhe ali só com aquele olhar. E Connie, querendo isso mais do que tudo, não tinha pudores em mascarar o seu interesse. - Sabe, Ashtaroth, eu gostei de você. - as palavras foram delineadas pelos lábios suculentos da loira como se tivessem sido soletradas lentamente. Os mesmos lábios que depois de dar asas à imaginação até do homem mais casto em seus princípios ela mordeu de uma maneira infantil, conferindo-lhe um ar virginal e inocente que definitivamente estava longe de possuir há alguns anos.

Embora preferisse desfrutar da companhia do empresário da noite durante todo o evento - e de preferência escapar para um local mais reservado tão logo surgisse a oportunidade - antecipou a despedida assim como fizera no momento em que se apresentaram quando percebeu que aquela era inevitável. Mas achou por bem deixar claro: - Bom... eu vi que você veio acompanhado daquela mulher que está fazendo cara de fome ali - se não reconhecesse nela a sua professora de etiqueta bruxa, certamente julgaria que fosse uma das profissionais do sexo do estabelecimento. De qualquer forma, achou desnecessário mostrar que a conhecia - e da elfa doméstica gigante... depois que você se livrar delas, podemos nos conhecer melhor... se é que você me entende. - e após a mucosa de seu lábio inferior deslizar preguiçosamente pelos seus dentes branquinhos e perfeitamente alinhados rumo à liberdade, foi umedecido pela língua que discretamente passeou sobre o mesmo, deixando um rastro quente e convidativo, mas que a princípio não foram suficientes para arrancar um beijo daquele Deus. Sem perder a compostura - e muito menos a esperança, posto que seu ego vaidoso jamais o permitiria -, apenas sorriu e respondeu com naturalidade, apesar de se ver vítima de uma pontada de frustração - Claro. - contudo, à sua resposta não tardou para que a irresistibilidade que acreditava ser possuidora se comprovasse com o gesto ousado daquele sedutor, ainda que fosse apenas um beijo na trave que apenas alimentou ainda mais a chama do desejo de ir além daquilo. - Merci, le plaisir était le mien. - e altiva acenou com um tchauzinho de miss e um meio-sorriso arqueando um dos cantos de seu lábios enquanto o observava se afastando - Joyeux Noël, mon cher... - não se preocupara se ele ouvira o sussurro quase inaudível, pois esquiva em seus movimentos ágeis que a colocara na direção contrária à qual Ashtaroth se dirigia, a exuberante princesa Bourbon já estava preocupada em eleger quem seria o seu próximo pretendente daquela noite. O único problema era que agora todos pareciam tão desinteressantes perto dele... - "Que pelo menos venha um francês!"



Este perfil já foi visualizado 359 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 13/06/2011 às 04:10:14