Dados Básicos do Fórum:

Na Zonko's não citamos nenhum dos personagens dos livros ou filmes. Vivemos no mundo mágico, mas nem Harry Potter, Voldemort, Dumbledore, Comensais da Morte e etc. existiram em nosso mundo, com isso você não pode usar nenhum sobrenome dos personagens dos filmes ou livros. O fórum encontra-se nos dias atuais, no ano de 2013 d.c. e as condições climáticas variam de dia para dia e de tópico para tópico, conforme você poderá observar. O nosso período letivo dura oito meses contando com as férias. Nossos adultos recebem por dia de presença e seus tópicos em ON lhe renderão pontos e goldens (nossa moeda). Você nunca poderá interpretar a ação de outro personagem (salvo com autorização), mas poderá interpretar livremente o seu personagem (seja sempre coerente), lembrando que toda ação possui uma reação. A capital do Mundo mágico está localizada em Vaduz, Liechtenstein.

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Escocia Reece B. Wood [ 9750 ]

Situação Atual: CADASTRO NORMAL E ATIVO

  • Reece B. Wood
  • 1° Ano Romanov
  • 1° Ano Romanov

  • NOME COMPLETO

    Reece Baker Wood

  • RAÇA

    Humana

  • CLASSE

    Mágica

  • ALTURA

    1,70m

  • PESO

    50kg

  • OLHOS

    Azul Claro

  • CABELOS

    Castanho Claro

  • SEXO

    Masculino

  • OPÇÃO SEXUAL

    Heterossexual

  • IDADE

    10 anos

  • DATA DE NASCIMENTO

    09/11/1999

  • SIGNO

    Escorpião

  • NOME DO PAI

    Desconhecido

  • NOME DA MÃE

    Sophie Baker Wood

  • ORIGEM SANGUÍNEA

    Mestiço

  • LOCALIDADE

    Durmstrang

  • CIDADE/PAÍS

    Glasgow/Escocia

  • NÍVEL

  • Animal de Estimação Animal de Estimação:

    Este personagem não possui um animal de estimação!

  • Feitiços Aprendidos Feitiços Aprendidos por este Personagem:

    Um total de 9 magias...

  • Inventário Total de Itens no Inventário:

    1 diferentes itens


    • 1 un de Varinha de Ipê, 24cm, Chifre de Minotauro, Lisa
  • Dados do Jogador Dados do Jogador:

    Personagem da jogadora Gaby que atualmente mora em Brasília / ...Exterior

    Todos seus Personagens: - - -

  • Ajuda

    Abaixo você confere alguns links para tutoriais e textos importantes que vão te ajudar a entender melhor o funcionamento do nosso jogo!

    Em caso de dúvidas procure alguém da Staff ou algum jogador mais antigo para lhe auxiliar.


Obs: Texto não revisado

O menino olhou para aquela escola e um arrepio veio em sua espinha- Mãe, você tem certeza que eu devia estudar aqui. – Reece se virou a sua mãe e olhou para dentro de seus olhos. Os dois haviam olhos claros e as vezes quando se encaravam sentiam como se estivesse sido penetrados por uma áurea poderosa. –Vai se sair bem. – A mulher deu um tapinha em seu ombro esquerdo e logo dera um abraço. – Você acha que tudo aquilo que você passo, vai mudar por causa de alunos mesquinhos?- O menino assentiu fazendo a mãe rir. Sua história se resumia em: uma prostituta americana que havia esquecido de usar proteção uma vez e viajou gravida pela Europa, assim que chegou na Escócia, Sophie teve Reece, um garoto amigável, travesso e muito inteligente. Mesmo não tendo muitas condições para financiar uma casa ou mesmo alimentos para alimentar um bebe, os dois conseguiram se virar terminando seu tour na Rússia. Todos sabem que a maior parte deste pais não faz parte da Europa, mas era lá que havia um a escola de bruxaria. Reece descobriu seus poderes quando estava em Luxemburgo. O menino havia achado algo brilhante no chão e assim que se abaixou para pegar o objeto havia se movido, estranho isso acontecer pois “moedas” não deviam se mover. O pequeno escocês seguiu o objeto e assim deu de cara com uma loja desconhecida, ela havia luzes e no seu interior tinha aviões voando, frascos coloridos borbulhando. O menino adentrou o recinto e se maravilhou com tal visão que teve, nunca havia visto algo tão magico em sua vida. Assim que subiu as escadas e viu varias prateleiras com balas e caixotes percebeu que não estava sozinho, havia um homem com um sobretudo vermelho e calças marrons e ainda um cabelo no estilo palhaço. Suas fisionomias não eram engraçadas, mas isso não fez com Reece risse ao menos sorrisse. O menino se assustou e apenas recuou. –Oh não, não se assuste, como conseguiu encontrar este lugar?- o homem disse se aproximando cautelosamente para não deixa-lo mais intimidado.

Realmente o menino não sabia explicar o porque estava ali, só sabia que tinha seguido um objeto brilhante até a porta desta loja. Antes mesmo do menino abrir a boca o menino se deparou com uma bolinha voando em frente de seu rosto. –Era isso. –ele falou de um modo abobado. O homem então fez cara de espanto, não sempre que um humano comum conseguia encontrar tal local que era protegido por magia. Voltando a história, a tal bolinha havia sobrevoado os dois e assim sumido em uma das prateleiras. O homem olhou com curiosidade e assim seguiu aquela coisa misteriosa. Assim, tirou uma caixinha retangular longa e lacrada. –Sabe meu filho, as vezes algumas pessoas nascem com um dom, e você é uma delas. - O homem entregou a caixa e lá estava uma vara, bom precisamente um galho precisamente esculpido com algumas marcas de linhas sinuosas. – Wow! Um galho de arvore, vou ajudar o meio ambiente cuidando de uma parte dele.- O homem riu e apenas entregou a caixa. – É uma varinha, e ela te escolheu, agora você é um bruxo.- O menino não acreditou começou a rir sem parara, fazendo com que o homem se enfurecesse. – Bom, você vai descobrir coisas maravilhosas, agora Adeus. - Reece parou de rir e apenas sorriu para o cara, quando se virou sentiu uma brisa vindo do canto leste da loja, assim que fechou os olhos e sentiu o um calafrio percebeu que estava novamente nas ruas de Luxemburgo. Aquele momento fora totalmente estranho e assustador, até parecia um sonho, mas ao ver a varinha em suas mãos percebeu que tudo era real. Mesmo ainda não se dando conta que tudo o que acontecera tinha um propósito ele tentara emitir algum testemunho mágico naquele fino galho. Mas fora em vão.

Reece então continuou sua viajem com sua mãe, os dois conseguiram se sustentar com pequenos roubos de lanchonetes e alguns serviços sexuais independentes. Finalmente chegaram a Rússia, nesse período de tempo o garoto não havia contado nada sobre o incidente com a varinha a mãe, havia escondido o objeto em sua mochila e algumas vezes quando estava sozinha tentava ver se era mesmo mágico. – que besteira. Quando eu encontro uma oportunidade de mudar minha vida, ela é apenas uma farsa. – disse a si mesmo. Mesmo não acreditando, Reece sabia que era um menino especial em algum ponto, não sabia o certo o que era mas sabia que se acreditasse em si mesmo poderia fazer tudo o que quisesse. Assim que se levantou de um banco escondido em um canto obscuro da cidade Russa, ele olhou fixamente para a varinha e assim “tentou” deixar suas energias serem levadas a sua mão.– queima, queima, queima – repetiu para si mesmo. Não hesitou em pensar em fogo e em suas propriedades, não hesitou em pensar que a varinha iria produzir chamas em sua ponta. Assim que fechou os olhos e apertou sua mão balançando levemente aquele pequeno ganho, sentiu seu rosto queimar. Abriu novamente os olhos e viu que o caixote que estava bem a sua frente estava pegando fogo. Então era verdade, tudo o que o menino havia acreditado até aqui era tudo verdade. – Reece? – assim que ouviu uma voz feminina ao seu lado, se assustou, fazendo assim com que o fogo se apagasse completamente. – O que você acabou de fazer?– Era sua mãe e ela havia testemunhado tudo o que tinha acontecido. Com o tempo o menino havia sido tratado de modo diferente, não era mais o queridinho da mamãe, ele nunca fora na verdade, mas a relação entre os dois piorara muito. Muito pelo fato de ele ter guardado esse segredo a ela.

No seu aniversario de 10 anos, o menino estava intrigado com seu aumento de poder, poderia fazer o que quisesse, e sua magia proferida era levitar as coisas, mesmo não tendo um resultado muito satisfatório pois seu sangue era também humano. No entanto no seu aniversario ele havia criado uma duvida que apenas sua Sophie poderia responder. – Mãe, quem é meu pai?- O mulher estranhou e assim tentou mudar de assunto, não tender a dizer para seu filho que na sua vida como prostituta americana, fazia um trabalho sujo em dormir com vários homens por dinheiro.- Mãe? – ele repetiu. Depois de um longo suspiro e organização de ideias para poder explica de um jeito simples e não muito traumatizante sobre seu querido pai, Sophie finalmente disse: - Eu sempre fui uma mulher que me protegia para não ganhar nenhuma doença contagiosa, mas teve uma vez que eu me deslumbrei com a beleza do tal rapaz que me esqueci completamente de colocar camisinha. - Por um momento o menino achou nojento mas depois viu a expressão de sua mãe e finalmente notou que nem ao menos ela sabia quem era precisamente seu pai. - Você se lembra do rosto dele?- Perguntou novamente o menino curioso. – Vagamente, só lembro de como ele estremecia na hora que... – A mulher riu e se virou ao filho. – Esquece. Eu não me lembro agora, mas se eu visse o rosto dele, com certeza lembraria.- o menino então tentou ignorar o fato de nem ao menos ter vivido com a presença paterna ao seu lado, te guiando, ajudando, conversando... isso tudo era muito triste para o pequeno estrangeiro, mas não o abalara nem um pouco, o menino não era alguém que fraco, era mais um menino relaxado gostava de aproveitar a vida, meio egoísta e machista, tinha muitos defeitos, mas suas poucas qualidades eram sim dignas. Carinhoso, sorridente e inteligente, apenas, mesmo também sendo determinado em algumas decisões ele se fazia. Quando fazia amizade com alguns meninos de rua, dava a impressão que era o macho alfa do bando, o popular da turma, sempre curtindo com os outros e não se importando com a opiniões de seus inimigos.

Reece já havia tido varias brigas, quando esteve em... Ele fora para uma escola publica tentar seguir com os estudos, para no futuro ser alguém na vida. Porem o menino não durou dois meses naquele instituto, fora expulso de mau comportamento em classe, suas notas eram boas mas isso não era o bastante pelas atitudes que fizera na sala de aula. O menino no primeiro dia conseguira ficar com uma menina depois de não prestar atenção em sala. No segundo dia bateu na bunda da professora, mesmo sendo apenas uma brincadeira, era uma atitude sem ética e vulgar. No terceiro dia conseguiu fazer com que a turma vira-se as carteiras contra a direção do quadro, e ainda fez todos culparem o Nerd da sala. No quarto dia de aula pagou uma briga com um valentão, pois o mesmo havia falado mal do seu amigo. No quinto dia houve prova e dever de casa, e mesmo ter ido bem ainda sim teve a audácia de queimar seus resultados na lixeira do colégio. Assim foi os dias do garoto, nas provas o menino tirava na faixa dos nove ou dez, mas nos deveres de casa e nunca fazia, tirando as vezes quando era trabalho para apresentar em frente da classe, ai sim ele se dava super bem e ainda se divertia. Nunca gostava de receber ordens, mesmo não dando muitos problemas a sua mãe, seu comportamento apenas se exacerbou pois exigiram ele a usar uniforme e a fazerem deveres que ele rejeitava fazer.

Assim que os dois chegaram na Rússia, o aeroporto estava lotado, as letras confusas e incompreensíveis. – Então... Onde começamos? – perguntou o menino. Sophie apenas sorriu e andou para poder pedir informações aos guardas. Enquanto o menino a acompanhava, viu uma passagem perto do banheiro masculino, como se fosse uma espécie de almoxarifado. Parou e se fixou naquela fina porta. – Vamos filho. – disse a mulher. O menino estava tão intrigado que ignorou seu chamado. Aproximou-se da porta e levemente a tocou. Sua textura não era rígida e nem ao menos parecia ser de material. Assim que encostou mais profundamente sua mão havia passado como se fosse uma espécie de portal para um outro mundo. Isso o deixou mais curioso e então ele foi na cara e na coragem. Assim que viu que estava em “outra dimensão”, o pequeno escocês começara a ouvir vozes, do além, vozes e barulhos ensurdecedores. –não conte, não conte, é segredo, você é especial, não conte.- o menino não aguentara mais, começara a gritar de medo e assim correu para fora daquele lugar. Quando notou estava novamente no aeroporto percebeu que todo aquele poder que tinha em mãos não era para qualquer um, então ele tinha que manter segredo sobre tal.

Assim que saíra do aeroporto ouvira uma musica que te dera tranquilidade, mas ao mesmo tempo ele se relacionou muito com a mesma.
I don't drink coffee I take tea my dear
I like my toast done on one side
And you can hear it in my accent when I talk
I'm an Englishman in New York

See me walking down Fifth Avenue
A walking cane here at my side
I take it everywhere I walk
I'm an Englishman in New York

I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York
I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York

If, "Manners maketh man" as someone said
Then he's the hero of the day
It takes a man to suffer ignorance and smile
Be yourself no matter what they say

I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York
I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York

Modesty, propriety can lead to notoriety
You could end up as the only one
Gentleness, sobriety are rare in this society
At night a candle's brighter than the sun

Takes more than combat gear to make a man
Takes more than a license for a gun
Confront your enemies, avoid them when you can
A gentleman will walk but never run

If, "Manners maketh man" as someone said
Then he's the hero of the day
It takes a man to suffer ignorance and smile
Be yourself no matter what they say

I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York
I'm an alien I'm a legal alien
I'm an Englishman in New York

O menino nascido na Escócia, de uma mulher Americana e um pai desconhecido. Realmente era um historia em tanto para se contar. A cada lugar que ele viajara e visitara, Reece se sentia de certo modo deslocado e diferente, algumas vezes sem proposito de estar ali além de acompanhar Sophie em suas caminhadas a um desconhecido destino. No caso da musica ele não era um inglês em nova York, era tipo uma metáfora para o mesmo, um escocês pela Europa afora, diferente em hábitos, costumes e atitudes. Porem o menino era tão independente que conseguia se integrar a cada diferente cultura, ser inteligente tinha seus benefícios, pois Reece ao se adentrar a um novo pais conseguia analisar o modo de andar de casa um, o jeito de falar, de comer... Coisas do tipo. Assim que quando fazia novas amizades os meninos diziam a ele que era um cidadão nato, de personalidade um tanto intrigante. Isso despertava a atenção de algumas pessoas. Principalmente de um velho que estava passando pelas ruas enquanto um menino ria com as piadas que os amigos contavam. –Ei, Reece, sabe aquele velho ali, vê se consegue roubar o relógio de pulso dele. – Disse um colega. O escocês nunca fora de roubar sem motivo, apenas fazia isso para se sustentar.- desculpe, mas não sou doido.- disse o menino. Assim que todos olharam para Reece com desdém todos saíram de perto e fizeram uma estratégia de como conseguir roubar o relógio do velhinho que passara. Mesmo não participando daquele evento e ainda tentando ignora-lo, o menino não queria que aquilo acontece-se. Ergueu sua varinha e disse para si mesmo – Levite- os meninos estavam chegando perto e o pobre Reece suava para o feitiço dar certo. Queria ajudar aquele velho. – Levite! – assim que repetiu mais uma vez o velho voo para longe caindo no telhado de um prédio. Os garotos não entenderam nada e lá ficaram parados tentando entender o ocorrido. O pequeno escocês então correu ao encontro do velho, subiu todas as escadas do prédio e finalmente chegou a sua frente. - o senhor está? – o velho se levantou e assim olhou para a varinha do menino. – onde aprendera isso menino? – analisou as feições de Reece e então pegou em sua mão. – eu não sei senhor... – não conseguira explicar direto, na verdade não podia explicar nada. – Nâo se preocupe, e tome... - o velho então tirou algo de seu bolso e entregou ao menino, era um pedaço de papel, ao abri-lo havia um mapa, e em seu título estava escrito Durnstrang. Arrepiou ao ler nome e então foi ao encontro de sua mãe. Era nesse momento que sua vida de bruxo iria começar, e o menino não fazia ideia que coisas incríveis encontraria.



Este perfil já foi visualizado 400 vezes. Atualizado pela ultima vez em: 17/07/2011 às 12:59:01